terça-feira, 24 de maio de 2011

NÃO PAGUE PEDÁGIOS!

OLHA SÓ O "FURO" QUE ESTA MENINA DESCOBRIU !!!

O DIREITO DE IR E VIR BARRADO PELOS PEDÁGIOS
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Entre os diversos trabalhos apresentados, um deles causou polêmica entre os participantes.


"A Inconstitucionalidade dos Pedágios", desenvolvido pela aluna do 9º semestre de Direito da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) Márcia dos Santos Silva chocou, impressionou e orientou os presentes.

A jovem de 22 anos apresentou o "Direito fundamental de ir e vir" nas estradas do Brasil. Ela, que mora em Pelotas, conta que, para vir a Rio Grande apresentar seu trabalho no congresso, não pagou pedágio e, na volta, faria o mesmo. Causando surpresa nos participantes, ela fundamentou seus atos durante a apresentação.
Márcia explica que na Constituição Federal de 1988, Título II, dos "Direitos e Garantias Fundamentais", o artigo 5 diz o seguinte:

"Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade "
E no inciso XV do artigo: "é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens". A jovem acrescenta que "o direito de ir e vir é cláusula pétrea na Constituição Federal, o que significa dizer que não é possível violar esse direito. E ainda que todo o brasileiro tem livre acesso em todo o território nacional O que também quer dizer que o pedágio vai contra a constituição".

Segundo Márcia, as estradas não são vendáveis. E o que acontece é que concessionárias de pedágios realiza contratos com o governo Estadual de investir no melhoramento dessas rodovias e cobram o pedágio para ressarcir os gastos. No entanto, no valor da gasolina é incluído o imposto de Contribuição de Intervenção de Domínio Econômico (Cide), e parte dele é destinado às estradas. "No momento que abasteço meu carro, estou pagando o pedágio. Não é necessário eu pagar novamente Só quero exercer meu direito, a estrada é um bem público e não é justo eu pagar por um bem que já é meu também", enfatiza.

A estudante explicou maneiras e mostrou um vídeo que ensinava a passar nos pedágio sem precisar pagar. "Ou você pode passar atrás de algum carro que tenha parado. Ou ainda passa direto. A cancela, que barra os carros é de plástico, não quebra, e quando o carro passa por ali ela abre.
Não tem perigo algum e não arranha o carro", conta ela, que diz fazer isso sempre que viaja. Após a apresentação, questionamentos não faltaram. Quem assistia ficava curioso em saber se o ato não estaria infringindo alguma lei, se poderia gerar multa, ou ainda se quem fizesse isso não estaria destruindo o patrimônio alheio. As respostas foram claras. Segundo Márcia, juridicamente não há lei que permita a utilização de pedágios em estradas brasileiras.
Quanto a ser um patrimônio alheio, o fato, explica ela, é que o pedágio e a cancela estão no meio do caminho onde os carros precisam passar e, até então, ela nunca viu cancelas ou pedágios ficarem danificados. Márcia também conta que uma vez foi parada pela Polícia Rodoviária, e um guarda disse que iria acompanhá-la para pagar o pedágio. "Eu perguntei ao policial se ele prestava algum serviço para a concessionária ou ao Estado.
Afinal, um policial rodoviário trabalha para o Estado ou para o governo Federal e deve cuidar da segurança nas estradas. Já a empresa de pedágios, é privada, ou seja, não tem nada a ver uma coisa com a outra", Acrescenta.
Ela defende ainda que os preços são iguais para pessoas de baixa renda, que possuem carros menores, e para quem tem um poder aquisitivo maior e automóveis melhores, alegando que muita gente não possui condições para gastar tanto com pedágios. Ela garante também que o Estado está negando um direito da sociedade. "Não há o que defender ou explicar. A constituição é clara quando diz que todos nós temos o direito de ir e vir em todas as estradas do território nacional", conclui. A estudante apresenta o trabalho de conclusão de curso e formou-se em agosto de 2008.
Ela não sabia que área do Direito pretende seguir, mas garante que vai continuar trabalhando e defendendo a causa dos pedágios.

FONTE: JORNAL AGORA

terça-feira, 3 de maio de 2011

SOBRE A MORTE DE BIN LADEN


Ainda é cedo para se formar uma opinião, mas já dá pra fazer algumas observações.

1- Qual a prova de que foi o Bin Laden o mentor dos atentados de 11 de setembro de 2011? Até agora tudo não passa de uma teoria que depois de muito repetida na mídia passa a ser verdade, verdade implantada. Provas até agora não existe nenhuma.

2- Veja bem: Um cara com um turbante e uma metralhadora consegue dá o pito no exército de vários países comandados pelos EUA durante 10 anos, fácil, fácil. Os exércitos aliados, dispondo de todas as tecnologias bélicas, de uma inteligência equipada com o que há de mais moderno levou todo esse tempo ineficiente? Ridículo!!!

3- Quantas vidas americanas foram dadas no Afeganistão em troca da de Bin Laden?

4- Matar é legal? Devemos responder a um crime com outro?

5- Os EUA passam 10 anos procurando um sujeito, gastam milhões e milhões de dólares do povo americano e depois se desfaz do corpo e joga no mar em 10 minutos?

6- Ninguém até agora viu nada, nem fotografias, nem vídeos, nada! Estamos acreditando em palavras, nada mais. Até que ponto isso é verdade e se for, foi desse jeito que estão contando?

7- Por quê não o prenderam e o levaram a julgamento como fizeram com Sadam?

8- Acho que quem matou Bin Laden pode ter sido seu segurança, atendendo ordens do próprio terrorista para não ser preso pelos EUA. Ou ele mesmo pode ter se matado, pq não?

9- Comemorar festivamente uma morte? Um assassinato sumário?

10- Dizem que o mundo está mais seguro e mandam reforçar as seguranças nas embaixadas, consulados e aeroportos em todo mundo??? Que segurança é essa???

11- Estão nos vendendo mais uma ilusão?

domingo, 24 de abril de 2011

CHICO CÉSAR BOTA PRA QUEBRAR!


O exemplo da Paraíba

Secretário de Cultura da Paraíba desde o início do ano, o cantor e compositor Chico César bateu de frente contra o forró plastificado o mesmo que o crítico musical deste JC José Teles chama de fuleiragem music. O Estado não vai contratar nem pagar grupos musicais e artistas cujos estilos nada têm a ver com a herança da tradição musical nordestina, cujo ápice se dá no período junino. Não vai mesmo. Mas nunca nos passou pela cabeça proibir ou sugerir a proibição de quaisquer tendências. Quem quiser tê-los que os pague, apenas isso. O governo do Estado não pretende pagar duplas sertanejas, não pretende pagar forró de plástico, decretou Chico César. Foi o estopim para a imprensa acusá-lo de patrulhamento ideológico e o assunto virar o maior babafá entre produtores, bandas e público.

Pernambuco deveria seguir o exemplo da Paraíba de Chico César. Não há razão para o poder público financiar bandas que ganham tubos de dinheiro e fazem sucesso à custa de jabá e da apologia a violência, desrespeito a mulher, discriminação de minorias, e traduzem baixarias em refrões fácil de gravar, como pontuou o secretário de Turismo e Eventos de Areia (PB), Ney Vital. Mas, pelo visto, estamos indo na contramão. Cada vez mais, o São João de Caruaru e de outras cidades do interior são realizados em benefício de meia dúzia de políticos e produtores, na base do a cultura que se dane e o povo só quer diversão.


quinta-feira, 21 de abril de 2011

CIGARROS ÍNDIOS!


















Os cigarros índios eram fabricados em sua grande maioria em Pernambuco a base de Canabis Sativa, ou seja maconha. Eram indicados para asma, insônia, catarro, opressão e outras enfermidades. Estudiosos revelam que seu principal objetivo era o uso recreativo. No século 19 era um hábito fumar esses "baseados legais" nas mais altas rodas sociais assim como ir na farmácia para comprar cocaína e heroína legalmente e consumirem em grandes bailes e encontros das classes abastardas da época.

sábado, 2 de abril de 2011

FIM DA O.M.B.

Olá Músicos

Muito importante comunicar, que a nota contratual emitida pela OMB é uma fraude. Este instrumento usado desde 1986 não tem validade como registro da atividade profissional, não serve para nada, além de obrigar os desavisados e ignaros da lei, à obter a Carteira de Músico (OMB). Um estelionato praticado abertamente.
Para efeito do registro da atividade profissional dos músicos, a portaria 3347/86 em seus artigos prescreve que a quinta via, deve ser registrada no Ministério do Trabalho. Fato este que nunca aconteceu, ou seja, o músico que fez uso da nota contratual, acreditando que estava dentro da legalidade, garantindo a comprovação do seu tempo de trabalho foi enganado.
Outro descumprimento legal é o fato de que deveria constar no contrato de trabalho, o número da CTPS, Carteira de Trabalho e Previdência Social e o recolher o percentual INSS que a lei estabelece.
O OMB lançou após a mesa redonda dos sindicatos na DRT, a nota contratual eletronica, com certificação digital, é mais uma fraude na tentativa de enganar os músicos, agora praticada pelo sr. Roberto Bueno Presidente da OMB-SP. A OMB não é representativa da classe musical e não é sua atribuição emitir a nota contratual.
Por essas e por outras, como, aonde vai para os recursos dos shows internacionais, é que existe vários movimentos pelo fim da OMB.
Alguns desvisados e os mal intecionados, entendem que existira o fim da regulamentação da profissão de músico, caso a OMB acabe. Ledo engano, pois basta o sindicato para garantir a regulamentação e trabalhar pela normatização do mercado de trabalho.
No próximo dia 12 de Abril, das 15 às 19 horas, acontecerá no vão livre do MASP o ATO PELO FIM DA OMB – Promovido pela Frente Brasil – PELO FIM DA OMB - http://www.fimdaomb.com.br - pelo livre exercício da música.

O SIMPROIND sempre atento aos anceios da categoria de músicos, manifesta publicamente seu total apoio a este movimento.

Atenciosamente
Paulo Santana
Presidente
SIMPROIND
Sindicato dos Músicos Profissionais Independentes e Empregados da cid. SP e gde SP